segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

antónio ramos rosa




Uma linha quer incluir a cor que a ofusca e transvia

com o seu fulgor purpúreo

quer o silêncio que cintila

que desliza num leque de melancolia.

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antónio ramos rosa - horizonte a ocidente

2 comentários:

  1. Olha, já li algumas de suas poesias e vejo a sensibilidade que brota em sua pena mágica. você escreve maravihosamente bem e és um poeta de mancheia! Essa apesar de transmitir tristeza se torna linda pelas metáforas que usas. Uma delícia de poesia! Bjs.

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  2. Hermético demais para meu recurso intelectual. Sherlock Holmes, acuda!!!

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